terça-feira, 25 de março de 2014

Corte – o princípio de Deus para o relacionamento amoroso

Por pura graça e misericórdia, 
Deus nos chama para participar de uma obra que é exclusivamente d’Ele.
Depois de Deus, o encontro com seu cônjuge será um dos acontecimentos 
mais marcantes da sua vida, e é por isso que Satanás se levanta com tanta 
veemência contra o casamento tentando destruí-lo desde o princípio. 
O Senhor está trazendo para nossa geração uma mudança de mentalidade 
em relação aos relacionamentos. Ele não está interessado em restringir 
nossos prazeres, mas, se quisermos trilhar o caminho de Deus, precisamos 
compreender claramente onde 
está a porta de entrada, que é o amor. Amar é escolher o melhor para o outro. 
Quando você se casa pensando em alguém que irá fazê-lo feliz, você está se 
casando baseado no amor egoísta, o que inevitavelmente irá levá-lo ao fracasso 
na vida sentimental. Estatísticas sobre casamentos mostram que, no Brasil, 
26% dos casamentos se desfazem nos dez primeiros anos e, nos Estados Unidos, 
esse número chega a 70%. Esses dados nos levam a uma conclusão: 
a Bíblia diz que é pelos frutos que se conhece uma árvore. 
Logo, está claro que a base dos relacionamentos está com problemas.

1- O caminho maravilhoso de Deus
O Senhor tem o caminho sobremodo excelente para o romance, a corte. 

No entanto, quando vamos falar desse assunto, a primeira coisa que vem 
à mente das pessoas é um conjunto de regras e leis do “pode e não pode”. 
Mas não estamos falando de regras, estamos falando de um caminho – 
o caminho eterno de Deus para os relacionamentos. A corte não é uma regra, 
é o caminho de Deus para quem está cansado de sofrer e se decepcionar com 
o padrão mundano de relacionamento, o namoro. 
Deus criou suas leis para o perfeito funcionamento da vida humana. 
Ele jamais exigiu que o homem as seguisse. Existe o livre-arbítrio, contudo 
você sofrerá as consequências naturais de suas escolhas. A proposta de Deus 
é um bom caminho, prazeroso, amável, seguro, próspero e deleitável. Jesus é 
a pedra angular para aqueles que O buscam, mas é pedra de tropeço para os
que rejeitam os Seus caminhos. Muitos querem o caminho de Deus, mas não 
querem obedecer às leis desse caminho, ou seja, querem o resultado, mas não 
querem seguir as instruções. A Bíblia diz que devemos observar quais são as 
veredas de Deus. Para cada área da nossa vida, existem princípios que Deus 
quer nos ensinar.
2 – O amor que pensa
A Bíblia diz que, de tudo o que se deve guardar, o mais precioso é o seu coração, 

porque dele procedem às fontes da vida. No mundo, o namoro é um relacionamento 
de curto prazo, que visa somente à autossatisfação, ou seja, o que importa é satisfazer 
os próprios desejos. Será que a base do amor é fazer sexo com alguém, mesmo sabendo 
que isso irá ferir seu coração e atrapalhar seu relacionamento com Deus? 
O amor inteligente vê lá na frente. Além de glorificar a Deus no relacionamento, 
o amor consiste em servir e abençoar a pessoa amada. Quando descansamos no 
Senhor, podemos ter a alegria de desfrutar do tempo que Deus reservou para cada 
um estar solteiro. Há tempo para tudo na vida. Santidade é muito mais do que não transar, 
a santidade deve fazer parte da sua mente, do seu coração, dos seus pensamentos e 
das suas atitudes. Às vezes, você se preocupa com a pressão dos amigos e das pessoas 
de ter que namorar. Mas quero lhe falar uma coisa: no dia do juízo, você não terá de dar 
satisfação às pessoas sobre quem você arrebentou com seus relacionamentos de curto prazo.
3 – Pontos negativos do namoro
O namoro é como um carrinho de supermercado com a roda torta. 

Muitos pastores dizem a seus jovens: “Podem namorar e fazer o que quiserem. 
Na hora ‘H’, o Espírito Santo irá ajudá-los”. Mas isso é o mesmo que mandar 
alguém andar com um carrinho desalinhado em um supermercado cheio de 
porcelanas e cristais caríssimos nas prateleiras. Vai acontecer um acidente. 
Vamos listar alguns pontos negativos do namoro.
a) Leva à intimidade, mas não necessariamente a um compromisso
Geralmente, o namoro estimula a intimidade pela própria intimidade, que, 

por sua vez, desperta desejos emocionais e físicos os quais nenhum dos 
dois pode satisfazer se agirem corretamente. Em 1 Tessalonicensses 4:6, 
a Bíblia chama isso de “defraudar”.
b) Tende a pular a fase da amizade
Quando você é amigo de alguém, você não se preocupa em ser outra 

pessoa que você não é. Quando entra no namoro, você usa máscaras.
c) Confunde relacionamento físico com amor
“É tão óbvio que nós nos amamos”, pensa alguém que prematuramente 

se relacionou intimamente. Nossa cultura como um todo entende as palavras 
amor e sexo como sinônimas.
d) Isola o casal de outros relacionamentos
Quando nos envolvemos no namoro, nem percebemos que, egoisticamente 

e de forma tola, nos privamos de outros relacionamentos, com os pais, 
por exemplo, com os irmãos e amigos.
e) Em muitos casos, tira a atenção dos jovens adultos de sua principal 
responsabilidade, preparar-se para o futuro
Uma das tendências mais tristes do namoro é desviar os jovens adultos 

do desenvolvimento dos seus talentos e habilidades dadas por Deus.
f) Pode causar desgosto com o tempo de estar solteiro separado por Deus
Penso que Deus vê nossa paixão por relacionamentos de curta duração da 

mesma maneira que uma criança que ganhou uma bicicleta novinha, 
mas prefere brincar com a caixa de papelão que embalava a bicicleta.
g) Cria um ambiente artificial para avaliar o caráter da outra pessoa
O namoro cria um envolvimento artificial para duas pessoas interagirem. 

É necessário ver o outro nas situações reais da vida, com familiares e amigos. 
Você está ocupado ou reservado? O namoro lhe diz que você está ocupado, 
mas o princípio de Deus é que estamos reservados.
4 – A autoestrada do namoro e o caminho da santidade
Nosso espírito é novo, mas a mente ainda não foi renovada. Por isso, não 

compreendemos o que diz a Palavra. O conceito de amor no mundo é o prazer, 
mas o de Deus é a cruz. Não podemos amar como Deus ama e namorar como 
o mundo namora. A pureza não é uma linha, é um caminho que escolhemos. 
Muitos acreditam que santidade é uma linha divisória, e essa linha é o sexo. 
“Ora, então que diferença faz em beijar e abraçar?”, pensam eles. 
É por esse caminho que a pureza vai para o ralo.
5 – Um coração protegido
Nosso coração é nossa fonte, e por isso devemos guardá-lo com todo nosso empenho. 

Guarde seu coração como se ele fosse um criminoso amarrado em uma cadeira pronto
 para se libertar e socar sua cabeça, mas também o guarde como uma fonte de água 
fresca da qual você deseja beber diariamente.
6 – A corte e a participação dos pais
Em Êxodo 20, Deus mostrou os dez mandamentos. O primeiro mandamento com 

promessas diz respeito aos pais. O Senhor quer abrir os nossos olhos. 
Como jovens inteligentes, queremos entrar por esse caminho. 
Precisamos colocar nossos pais em nossas escolhas. A corte é um compromisso em 
torno do qual pais e filhos se unem para buscar em Deus Sua vontade em relação ao 
seu parceiro de casamento. Eu o encorajo a escrever uma história de amor com sua 
vida que o fará orgulhoso. Deus já escreveu essa história de amor sobre você. 
Entre nela e seja uma voz profética do casamento entre Cristo e a igreja.
“O conceito de amor no mundo é o prazer, mas o de Deus é a cruz. 
Não podemos amar como Deus ama e namorar como o mundo namora”
Pastor Naor Pedroza
http://www.radicaislivres.com/corte-o-principio-de-deus-para-o-relacionamento-amoroso/

Campo de Batalha da Mente - Uma Mente Ansiosa e Preocupada

Oi abençoados. Estou lendo o livro Campo de Batalha da Mente, de Joyce Meyer. Penso que todas as pessoas um dia deveriam ler este livro, é pura revelação de Deus!
Durante estes dia estarei publicando aqui no blog alguns trechos que acho interessante e tenho me lembrado muito de vocês.
Pra começar vamos falar um pouco sobre Preocupação, algo que tem roubado a paz de muitos crentes...

Uma Mente Ansiosa e Preocupada
Deixa a ira, abandona o furor; não te impacientes.
Salmos 37.8
Evite a ira e rejeite a fúria; não se irrite: isso só leva ao mal.
Salmos 37:8

            A ansiedade e a preocupação são ataques à mente que pretendem nos desviar a atenção de servir ao Senhor. O inimigo também usa esses tormentos para empurrar nossa fé para baixo; assim ela não pode aumentar e nos ajudar a viver em vitória.
            Algumas pessoas têm tal problema com a preocupação que poderia até mesmo ser dito que elas são viciadas em preocupação. Se elas não têm alguma coisa pessoal com o que se preocupar, elas se preocuparão com a situação de outra pessoa. Eu tinha esse problema, por isso estou bem qualificada para descrevê-lo.
            Como estava constantemente me preocupando a respeito de alguma coisa, jamais desfrutei a paz pela qual Jesus morreu para que a tivesse.
            É absolutamente impossível preocupar-se e viver em paz ao mesmo tempo.
            Paz não é alguma coisa que pode ser colocada em uma pessoa; é um fruto do Espírito (Gálatas 5.22), e fruto é o resultado de permanecer na videira (João 15.4). Permanecer refere-se a entrar no "descanso de Deus", relatado no capítulo 4 de Hebreus, como também em outros lugares da Palavra de Deus.
            Há diversas palavras na Bíblia que se referem à preocupação, dependendo da tradução que você estiver lendo. A Versão King James não usa a palavra "preocupação". Além de "não te impacientes" (Salmo 37.8), outras frases padrão usadas para nos advertir contra a preocupação são: "não andeis ansiosos" (Mateus 6.25), "não andeis ansiosos de coisa alguma" (Filipenses 4.6) e "lançando... toda a vossa ansiedade" (1 Pedro 5.7). Geralmente uso a Amplified Bible, que inclui diversas versões diferentes e outras frases que se referem ao assunto. Para simplificar o ensino no restante deste capítulo, vou me referir a essa situação como "preocupação".
PREOCUPAÇÃO DEFINIDA
             O dicionário Webster define preocupação como se segue:" - vi.1. Sentir-se apreensivo ou inquieto... - vt. 1. Fazer alguém sentir-se ansioso, angustiado ou inquieto... - s. 2. Uma fonte de inquietação contínua". Também ouvi essa palavra definida como atormentar-se com pensamentos perturbadores.
             Quando vi a parte sobre atormentando-se com pensamentos perturbadores, decidi, imediatamente, que sou mais esperta do que isso. Acredito que cada cristão é. Penso que os crentes têm mais sabedoria além de sentar-se por aí e atormentar-se.
             A preocupação, certamente, jamais  torna qualquer coisa melhor, então por que não desistir dela?
             Outra parte da definição também me esclareceu: "Agarrar pela garganta com os dentes e sacudir ou lacerar, como um animal faz a um outro, ou fustigar por meio de repetidas mordidas ou dentadas".
             Refletindo nessa definição, fiz a seguinte correlação - o diabo usa a preocupação para fazer conosco precisamente o que está descrito acima. Quando temos uma luta com a preocupação, mesmo por umas poucas horas, é exatamente assim que nos sentimos - como se alguém nos tivesse apanhado pela garganta e nos sacudido até ficarmos completamente exaustos e dilacerados. A repetição de pensamentos que vêm e não nos deixam é como as repetidas mordidas e dentadas descritas na definição.
             A preocupação é definitivamente um ataque de Satanás à mente. Há certas coisas que o crente é instruído a fazer com a sua mente e que o inimigo quer se assegurar de que elas jamais sejam feitas. Consequentemente, o diabo tenta manter a arena mental suficientemente ocupada com os tipos errados de pensamentos de forma tal que a mente nunca se liberta para ser usada para o propósito para o qual Deus a planejou.
             Mateus 6.25-34 é uma excelente passagem para ler quando sentirmos um "ataque de preocupação" vindo. Vamos examinar cada um desses versos separadamente para ver o que o Senhor está nos dizendo sobre esse assunto vital.
Extraído do Livro Campo de Batalha da Mente, de Joyce Meyer, capítulo 12, páginas 109 a 111.
Continua...

A Glória Vem Quando se Remove o Véu

A Glória Vem Quando se Remove o Véu

Publicado em 7 de março de 2014   /   Categoria: Artigos
A glória vemA transformação só acontece com o rosto desvendado. Se não “tirarmos a máscara”, seguramente o poder transformador operado pelo Espírito Santo não irá se manifestar:
“E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.”  (2 Coríntios 3.18) 
Você já percebeu a intensidade e a velocidade de transformação que se dá na vida de um novo convertido? Porém, em algum momento na caminhada, o processo de transformação e mudança de vida começa a estagnar. E não é porque o processo – de se conformar com a imagem de Jesus – já tenha se completado!
Depois de mais de vinte anos de ministério, observando o comportamento dos cristãos, posso dizer que isso é um fato. A transformação na vida dos crentes em geral parece perder sua força com o passar do tempo. E penso que uma das grandes razões para isso é que, no início da vida cristã, após a conversão, todos reconhecem as áreas que precisam tanto de mudança e se alegram por toda transformação alcançada (e até testemunham). Porém, depois de um tempo e de muitas vitórias alcançadas, quando o crente começa a ser reconhecido pelos seus irmãos como alguém mais maduro e espiritual, a tendência é não ser mais tão transparente ou sincero a respeito das falhas. E isso vem desde os tempos bíblicos!
Observe, por exemplo, o que aconteceu quando a Palavra de Deus foi pregada em Éfeso:
“E muitos dos que haviam crido vinham, confessando e revelando os seus feitos. Muitos também dos que tinham praticado artes mágicas ajuntaram os seus livros e os queimaram na presença de todos; e, calculando o valor deles, acharam que montava a cinquenta mil moedas de prata. Assim a palavra do Senhor crescia poderosamente e prevalecia.”  (Atos 19.18-20)
Por que a Palavra de Deus crescia e prevalecia em Éfeso?
Não foi apenas porque foi pregada, e sim, porque as pessoas, depois de receberem a pregação, reconheciam e até mesmo confessavam publicamente os seus pecados! Estude cada avivamento na história e você descobrirá que houve confissão de pecados. Este é o ponto. Quando as pessoas reconhecem suas fraquezas, o poder do Espírito Santo pode se manifestar nelas. Isso é doutrina bíblica!
Deus só opera o seu poder transformador quando reconhecemos as áreas problemáticas, e apenas naquela área que admitimos nossos pecados. Veja o que aconteceu com o profeta Isaías quando teve uma visão do Senhor no templo:
“Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniquidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado”.  (Isaías 6.5-7)
Já ouvi muitas vezes a pergunta: “qual o mistério do toque na boca?” E sempre respondo que não há nenhum mistério; foi a oração que o profeta fez reconhecendo impureza em seus lábios. Se a oração de Isaías fosse “sou um homem de olhos impuros”, então o toque santificador viria sobre os olhos. Meus filhos, em um de nossos cultos domésticos, afirmaram que, seguindo essa lógica, alguns crentes precisam de um “banho de brasas”!
Essa é uma verdade bíblica incontestável. Deus só age nas áreas em que reconhecemos nossos pecados. O Senhor Jesus ensinou sobre este princípio:
“Achando-se Jesus à mesa na casa de Levi, estavam juntamente com ele e com seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque estes eram em grande número e também o seguiam. Os escribas dos fariseus, vendo-o comer em companhia dos pecadores e publicanos, perguntavam aos discípulos dele: Por que come [e bebe] ele com os publicanos e pecadores? Tendo Jesus ouvido isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores.”  (Marcos 2.15-17) 
Quando, nesta alegoria, Jesus se compara a um “médico”, está falando de si como Salvador; quando fala do “doente” (que precisa da cura do médico) está falando do pecador (que precisa do perdão do Salvador). Porém, quando fala do “são”, não está se referindo a alguém que, por ser justo não precise do Salvador, pois as Escrituras abordam este assunto com clareza: “como está escrito: não há justo, nem sequer um” (Rm 3.10). Se não há ninguém que possa ser justo sem Cristo, quem é esse “são” que não precisa de médico na parábola contada por Jesus? O texto não fala de alguém que seja realmente “são” (justo), mas de alguém que, porque acha que é justo, não reconhece a necessidade do Salvador. Ou seja, não há salvação sem arrependimento e reconhecimento de pecados.
E assim como na conversão, este princípio permanece em toda a vida cristã. Quando desvendamos o rosto, somos transformados. Quando dissimulamos, aparentando não ter pecado algum, a transformação simplesmente não pode acontecer. O Espírito Santo só manifestará seu poder transformador naquelas áreas que expusermos a Ele de forma sincera e honesta. Porém, além de reconhecer fraquezas diante de Deus (que já sabe delas, quer a gente admita ou não), também vejo a necessidade de fazermos isso diante dos homens.
Há uma diferença entre confessar seus erros a Deus e fazê-lo aos homens. Podemos afirmar que o perdão vem com a confissão do pecado a Deus; mas a cura vem com a confissão do pecado aos homens:
“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.  (Tiago 5.16)

Extraído do Artigo “Rosto Desvendado” – Luciano Subirá em www.orvalho.com